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Desde o começo do mundo, quando Deus criou a raça humana, já definiu que homem e mulher, teriam que ter algum tipo de relacionamento para dar continuidade à sua criação.
Assim, a origem dos casamentos pode estar relacionada com a origem do próprio homem e a sua busca pela perpetuação da espécie.
No antigo sistema patriarcal, "os pais casavam os filhos", uma vez que tinham que ceder uma parte do seu patrimônio (casa e terras) para o sustento e a moradia da nova família.
Os historiadores costumam afirmar que a origem do casamento da forma como conhecemos remonta à história antiga de Roma, época quando surgiram as primeiras cerimônias religiosas com a presença de uma noiva e a liberdade da mulher casar por sua livre vontade.
Antes disso, parece que a noiva não precisava comparecer a evento algum, bastando cumprir um papel complementar na rotina do homem.
Hoje em dia, normalmente as noivas se casam de branco simbolizando a pureza, mas a cor branca só foi popularizada no século XVII, no casamento da rainha Vitoriana.
Na Idade Média, as mulheres se casavam com várias cores, mas a principal era o verde, simbolizando a fertilidade do casal.
O casamento é a honra de um compromisso que o casal faz perante a sociedade.
“Aquilo que unires na terra também será unido no céu”. O uso da aliança surgiu por volta do Século XV (ano 1400), provavelmente em Provence, França, época em que começou a ser mais difundida a idéia do amor romântico, parecido com este que nós conhecemos.
Antes do século XV, amor e casamento eram coisas distintas. São usadas para celebrar a união de duas pessoas que se amam e utilizam esse par de anéis para simbolizar essa união, um laço de amor, cumplicidade e companheirismo.
Aliança representa um circulo, ou seja, uma ligação perfeita entre o casal, unindo-as lado a lado forma o símbolo do infinito, não tem começo ou fim. O círculo representava para os Egípcios a eternidade, tal como o amor, que deve durar para sempre.
Após a celebração do casamento, os Gregos utilizavam anéis de ímã no dedo anelar (4º dedo) da mão esquerda, acreditando que por esse dedo passa uma veia que vai direto ao coração. Mais tarde, os Romanos adotaram também esse costume, que se mantém até os dias de hoje.
As alianças mostram, de maneira tátil e visível que uma pessoa é casada. É um símbolo de beleza, status e principalmente de orgulho para a vida do casal.
Foi em 1549 que ficou decidida em qual mão a aliança de casamento deveria ser usada.Atualmente se grava o nome do casal no interior das alianças.
Alguns casais optam por usar alianças desde o namoro até o casamento. Mitos quanto ao uso das alianças
• Em alguns lugares da Escócia, acreditava que se a mulher perdesse sua aliança, certamente seu marido seria perdido também.
• Em outros países, acreditava-se que se as alianças de casamentos caíssem das mãos dos noivos e deslizarem para longe do casal, o casamento estava condenado ao fracasso.
• As primeiras alianças eram feitas de ferro.
• Na idade média começaram a usar outros materiais para produzi-las, como o ouro e as pedras preciosas.
• As alianças de compromisso ou noivado só começaram a ser usados em 1477.
O buquê da noiva tem origem medieval.
Nesta época, as mulheres levavam ervas aromáticas para afugentar os maus espíritos, pois flores significavam a felicidade, não sei se necessariamente dela.
Pouco a pouco, o buquê da noiva tornou-se um hábito em todos os casamentos e, com a passagem do tempo, acrescentaram-se significados diferentes às flores.
Estilos de buquê: redondo, cascata e braçada
• Redondo: tem menos partes verdes (folhas e caules) e mais flores.
É mais apropriado para noivas de baixa estatura;
• Cascata: tem flores no topo com algumas flores e folhagens se "esparramando" dando um visual natural.
Fica bem em noivas com estatura mais alta ou um pouco gordinha.
• Braçada: passa um ar mais casual, feito com um punhado de flores amarradas por um laço, com os caules à mostra.
Combina bem com casamentos feitos ao ar livre, para noivas altas ou que estão um pouco acima do peso.
O horário do casamento também pode influenciar na escolha do buquê.
Por exemplo, para casamentos feitos durante o dia a melhor opção são os buquês menores e com mistura de cores, enquanto casamentos feitos à noite, geralmente pedem buquês mais conservadores com flores mais clássicas.
Na tradição moderna ocidental, a cor do vestido de noiva é branca, mas também se usam nas cores marfim, bege, champagne e outras tonalidades cor de creme claro.
O primeiro vestido branco foi adotado na Inglaterra pela Rainha Vitória, no século XIX (ano 1800), quando se casou com o seu primo, o príncipe Albert. Naquela época era impensável um homem pedir uma rainha em casamento, o pedido foi feito pela noiva.
O uso do véu da noiva era um costume da antiga Grécia, a partir de uma deusa romana chamada Vesta.
Ao cobrir o rosto a noiva ficava protegida do mau-olhado das mulheres, de possíveis admiradores e da cobiça dos homens.
Separava a vida de solteira da vida de casada e futura mãe.
Uma visão mais romântica sobre o véu concluiu que o que estava escondido, o rosto, se tornava mais valioso.
A versão mais recente associa o véu à juventude e pureza, por isso, na maioria das vezes, só é utilizado por noivas que se casam pela primeira vez.
O uso da grinalda permite que a noiva se distinga dos convidados, fazendo com que se pareça com uma rainha.
Tradicionalmente, quanto maior a grinalda, maior é o símbolo de status e de riqueza.
Tem origem asiática, onde o arroz é sinônimo de prosperidade.
A tradição de atirar grãos de arroz sobre os noivos, após a cerimônia nupcial, teve origem na China, onde um Mandarim quis mostrar a sua riqueza, fazendo com que o casamento da sua filha se realizasse sob uma "chuva" de arroz. Hoje atiramos arroz aos noivos à saída do cerimonial como sinônimo de fertilidade, felicidade e prosperidade.
O bolo da noiva é, desde há séculos, um símbolo de boa sorte e de festividade. No tempo dos Romanos, a noiva comia um pedaço de bolo, e exprimia o desejo de que nunca lhes faltasse o essencial para viverem.
Atualmente, o corte do bolo constitui um dos momentos mais marcantes da festa.
O noivo pousa as mãos sobre as da noiva para segurar a espátula, procedendo juntos ao primeiro corte do bolo, simbolizando partilha e união.
O termo lua-de-mel vem do tempo em que o casamento era um rapto, muitas vezes contra a vontade da mulher.
O homem apaixonado raptava a mulher e escondia-a durante um mês (de uma lua cheia até a outra) num lugar afastado.
Durante esse período, tomavam uma bebida fermentada, à base de mel, que devia durar 28 dias, o tempo do mês lunar.
A lua-de-mel, tal como a conhecemos hoje, tem origens nos hábitos ingleses do século XIX, onde os recém-casados passavam uma época no campo para se libertar das obrigações sociais.
Tipo de música:instrumental suave.
Tipo de música: músicas alegres e românticas.
É o momento mais emocionante para o casal.
À frente caminham os recém-casados.
O noivo dá o braço esquerdo à noiva, e descem rumo à porta principal.
Seguem os pais da noiva, os pais do noivo e os casais de padrinhos, alternadamente, e se encaminham, bem próximos uns dos outros, para a entrada principal.
Todos os músicos devem ser utilizados nesta hora. Deve ter brilho, pompa, alegria e grandiosidade.
Algumas músicas apropriadas para casamento.
Por mais de 100 anos, uma das músicas mais utilizadas em cerimônias de casamento no mundo na entrada da noiva é a Marcha Nupcial.
Existem duas principais:
A de Mendelssohn (mais comum no Brasil) e a de Wagner (mais comum em outros países):
Entrada do noivo, padrinhos, damas e pajens:
Músicos ao vivo ou DJ?
Apesar das músicas de CDs serem executadas pelas melhores orquestras do mundo, ainda assim a música ao vivo fica mais emocionante. Analise os custos e decida qual a melhor opção para você.
Nada irá impedir que o seu casamento seja maravilhoso do jeitinho que você sempre sonhou!
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